(Source: super-tr4mp, via amandarruda)

Quero você comigo em uma noite especial. Quero ver teu sorriso, e pode te fazer sorrir. Quero sentar contigo na varanda e fica admirando a lua e as estrelas ao teu lado. Quero andar de mãos dadas na praia, sob a luz do luar. Quero te encontrar no meio da sala vendo TV e me jogar por cima de você e te fazer cócegas. Quero dormir escutado o som que vem do teu coração. Quero em uma tarde de domingo fazer um sobremesa e colocar pra ti provar enquanto eu fico ansiosa por sua expressão. Quero sentir sua respiração e o calor do teu corpo. Quero acordar com um beijo seu toda manhã. Quero chegar em casa e saber que poucos minutos depois naquele local estará você. Quero sentir o saber do teu beijo ao anoitecer. Quero dormir ao seu lado, sem me preocupar com nada. Apenas, eu e você. Não.. Apenas, nós. Raphaella — meras❥palavras
(via despertardomeusonho)

SUBMISSION: I just moved in with my girlfriend in Austin, tx and spent yesterday afternoon organizing all of our books…
(via amandarruda)

Eu espero pelo dia que eu vou poder te chamar de meu,espero pelo dia que eu vou poder te apresentar para a minha família como meu namorado,espero pelo dia que eu vá me deitar do teu lado e acordar com você me fazendo cócegas,espero pelo dia que eu acorde e faça café para nós dois,espero pelo dia que nós vamos decidir o nome dos nossos filhos,de preferência um casal.Espero pelo dia que eu e você vamos estar sentados em cadeiras de balanço,bem velhos,vendo nossos netos correr em nossa volta,e lembrando de tudo o que passamos juntos.
(via despertardomeusonho)

“Queria que você morasse na minha rua, em frente a minha casa. Eu fugiria no meio da noite pra te visitar. Jogaria pedrinhas na sua janela até você acordar e me deixar entrar. Conversaríamos e riríamos aos sussurros pra ninguém ouvir, embaixo das cobertas. E eu só iria embora ao amanhecer. Iria pra minha casa, trocaria de roupa e voltaria logo em seguida, uma meia-hora depois, te chamando pra tomar café. Diria “senti tanta saudade” quanto te encontrasse, mesmo tendo te visto minutos atrás. Quer dizer, eu sentiria sua falta antes do beijo de despedida, mas mesmo assim. Nos dias em que não desse pra fugir pra tua casa, eu te ligaria, só pra não perder o costume de passar a madrugada falando com você. Às vezes faltaria assunto, nós ficaríamos em silêncio, e eu sorriria comigo mesmo no escuro tendo a certeza de que eu seria feliz o resto da vida só por ouvir sua respiração. Assistiríamos um filme todo sábado. Um dia no cinema, outro em casa, como um ritual de casal. Em casa, discutiríamos o filme todo sobre os personagens e você brigaria comigo por eu dar risada nas partes tristes ou assustadoras. No cinema, eu não te deixaria assistir. Uma parte do tempo estaria te provocando, na outra você estaria me reprendendo por eu jogar pipoca nas pessoas sentadas na frente de nós e o resto eu passaria te beijando. Nas paredes do meu quarto, teriam fotos tuas, fotos nossas espalhadas. A foto de tela do meu celular seria você sorrindo e meu plano de fundo do computador também. Você diria que aquilo serviria pra me fazer não te esquecer, e eu pensaria comigo mesmo sobre como você é boba por pensar que eu te esqueceria por um segundo sequer. Um dia talvez até morássemos juntos. Você brincaria comigo sobre dormirmos em quartos separados, dizendo que não há amor no mundo que te faça suportar meus roncos. Eu diria que você também ronca e que qualquer dia usaria uma câmera pra provar meu argumento. Compraríamos uma secretária eletrônica e discutiríamos sobre quem gravaria a mensagem. No final, gravaríamos os dois juntos. No meio da gravação, começaríamos a discutir. Nossos amigos iriam nos questionar sobre a mensagem, e nós apenas riríamos. Tiraríamos um fim de semana pra mudar a cor das paredes. Você brigaria comigo o tempo todo, tentando me fazer entender que eu não posso pintar as paredes na diagonal, e eu responderia dizendo que a parede era minha, portanto eu faria o que quisesse com ela. Você bufaria, comentaria sobre o quanto eu sou insuportável e daria as costas pra mim. Eu sorriria e sujaria teu cabelo com tinta. Começaríamos uma guerra, e no final não sobraria tinta o suficiente pra acabar as paredes. Aliás, viveríamos em guerra. Guerra de comida, guerra de travesseiro, guerra pra saber quem ganha mais. Essa última guera, eu não deixaria você ganhar. (…) ”Vinícius Kretek, VK
(via despertardomeusonho)
